sábado, 17 de março de 2012

Seja muito bem-vindo!

Querido, obrigado pela visita. Meu objetivo fundamental é divulgar o infinito amor de Deus. Falar que sem Ele não há vida, não há sentido de caminharmos, de cartunizarmos, de fazermos tudo que sentimos e pensamos. Aqui você encontrará muita charge, cartum, caricatura, tirinhas e eventos de humor (você também pode clicar à direita, na coluna “Arquivo”), assim como personalidades que marcaram a minha vida, assuntos relacionados à teologia, pesquisa, etc. Espero que você goste e volte sempre! Aliás, podemos também ter um feedback no Twitter e no Facebook

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Bispo Robinson Cavalcanti é assassinado

Abaixo, um parágrafo da matéria publicada no Jornal do Commercio

Um crime bárbaro chocou o bairro dos Bultrins, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife. Em um ataque de fúria, Eduardo Olímpio Cotias Cavalcanti, 29 anos, assassinou a facadas seus pais adotivos, por volta das 22h de domingo (26), dentro da casa da família, nos Bultrins. Armado com uma faca peixeira, ele matou o pai, o bispo anglicano Edward Robinson de Barros Cavalcanti, 68, que morreu no local, e a mãe, a professora aposentada Miriam Nunes Machado Cotias Cavalcanti, 64. Ela ainda foi levada ao Hospital Tricentenário, em Olinda, mas não resistiu. Dentro da casa ainda estava uma senhora de 78 anos, tia do bispo Robinson Cavalcanti, que viu a cena mas não sofreu nenhum tipo de violência. Após o assassinato, Eduardo tentou se matar, tomando veneno e se esfaqueando. Ele foi levado ao Hospital da Restauração e não corre risco de morte. Os corpos dos pais estão no Instituto de Medicina Legal (IML).

Em 1995, tive o privilégio de conhecê-lo pessoalmente na igreja metodista de Cascadura, Rio de Janeiro. Na ocasião, o entrevistamos para um jornal que editávamos. Sempre o admirei profundamente. Deixo aqui um registro de parte da sinopse do seu livro O Cristianismo e a Política, que tive o prazer de comprar ainda em sua primeira edição: “A luta por um sistema mais justo ou por leis mais justas não pode ser travada às custas do esquecimento de que é necessária a graça de Deus para transformar o velho homem. E que qualquer mobilização ou ação política deve começar de joelhos”.

Cliquen aqui Púlpito Cristão e leia o texto “A morte do bispo Robson Cavalcanti e a insensibilidade humana”, de Renato Vargens


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Feliz aniversário, meu sobrinho!

Falar do Rickson simplesmente me emociona profundamente por vários motivos. Principalmente porque eu tive o privilégio de acompanhar seus primeiros passos, dar papinha, ensaboá-lo de maneira que ele ficasse bem cheirozinho. Portanto, descrevê-lo aqui torna-se complicado em função da riqueza e beleza que esse menino representa para mim, seus pais, sua irmã, seus avós, seus tios, seus primos, seus amigos e, fundamentalmente, o que ele representa para Deus, desde bebezinho. Dentre tantos atributos tentarei destacar alguns desse menino lindo que aniversaria hoje, dia 21 de fevereiro de 2012. Um menino que eu tenho mais como filho do que como sobrinho.

Em primeiro lugar, um menino de Deus, que teme ao Senhor e entende que sem Ele não há salvação, não há vida, não há sentido de vivermos, de caminharmos, beijarmos, enfim, de contemplarmos a vida como quem contempla o barulho dos ventos nas árvores.

Em segundo lugar, um menino obediente aos seus pais. Um menino que sabe perfeitamente da necessidade de honrá-los para que os seus dias aqui na terra, como diz a Palavra, sejam multiplicados, sejam repletos de bênçãos.

Em terceiro lugar, um menino esforçado, que batalha pelo seus propósitos, que corre atrás, que vai à luta, mesmo ante às dificuldades. Viver com o Rickson é saber que os pulmões têm que estar preparados, porque ele não pára, afinal, a vida é como uma longa estrada e, mesmo que viermos a cansar, não tem jeito, respire fundo e continue a caminhada.

Em quarto lugar, um menino humilde, de coração singelo, de cabeça boa. Um menino que sabe perfeitamente se alegrar nos momentos certos e se sensibilizar com a dor humana nos momentos mais delicados possíveis.

Em quinto lugar, um menino que tem absoluta consciência de que á falho, que erra (graças a Deus por isso!), mas que tem a hombridade de reconhecer os seus erros, ainda que custe um preço alto.

Em sexto lugar, estar ao lado do Rickson, é entender que a vida é uma poesia repleta de possibilidades de transformá-la em música, afinal, esse garoto tráz a música no sangue, o DNA dos ambrósios. E “Rickson é som”, eu dizia nos seus primeiros anos de vida.

Em sétimo lugar (perfeito!), ainda na barriga de sua mamãe, eu falei, juntamente com toda minha família: esse menino será flamenguista! Rubro-negro! Nascerá campeão do mundo! Caramba! Já vi flamenguista por esse Brasil à fora, mas como o Rickson, sinceramente, nunca. Talvez, semelhante ao meu saudoso pai.

Que maravilha, meu Deus! Rickson conhece a sua Palavra e ainda é flamenguista!!!

Em oitavo lugar, lendo “O Pequeno Príncipe” de Antoine de Saint-Exupery, uma passagem marcou a minha vida: “Você é responsável pelo que cativa”. Louvo a Deus pela vida do meu lindo sobrinho. Assim como o cativamos com responsabilidade, ele cativará a muitos, em nome de Jesus!


Beijos

Do tio que sempre te amou,

Flamir

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O fenômeno na história da pregação

Ele não construiu uma catedral. Não comprou um cinema. Não alugou um auditório no centro de Jerusalém. Não armou uma tenda gigante. Pregava no deserto, no deserto da Judéia, do lado ocidental do mar Morto.
Ele não ia atrás de ouvintes. Os ouvintes é que iam atrás dele. E eram muitos: “todos os habitantes de Jerusalém” (Mc 1.5), “toda a Judéia e toda a circunvizinhança do Jordão” (Mt 3.5).
Ele não espalhava outdoors nem colocava faixas para anunciar as reuniões. Não punha chamadas nas emissoras de rádio e televisão. Não publicava convites nos jornais nem mandava distribuir volantes de casa em casa. Não afixava cartazes bem feitos em paredes e postes. Não contava com trios elétricos para percorrer toda a região nem tocava trombeta para chamar a atenção dos transeuntes.
Ele não contratava bandas. Não anunciava shows. Não convidava cantores famosos. Não fazia propaganda de milagres, não anunciava curas, não pregava sobre prosperidade nem prometia noivas e noivos para os solteiros. Não sabia fazer louvor aeróbico.
Ele não usava vestes talares. Vestia-se agressivamente: cobria o corpo com pêlos de camelo e amarrava-os com um cinto de couro.
Ele não tinha papas na língua. Não pregava mensagens adocicadas. Não rodeava. Ia direto ao assunto. Não fazia (nem levantava) ofertas. Exigia ações do tipo: “Façam coisas que mostrem que vocês se arrependeram dos seus pecados” (Mt 3.8, BLH). Pregava o batismo de arrependimento, arrependimento de pecados recentes e remotos, de pecados individuais e coletivos. Não era muito educado com seus ouvintes. Chamava-os de “raça de víboras” (Mt 3.7). Provocava neles o temor do Senhor. Destruía-lhes as falsas esperanças e arrancava deles o manto que encobria suas grosserias. Clamava pela urgência: “O machado já está pronto para cortar as árvores pela raiz” (Mt 3.10, BLH).
Não obstante a falta de promoção, não obstante o local impróprio e distante, não obstante o temperamento excêntrico do pregador, não obstante a sua mensagem atordoadora, as multidões saíam a João Batista para ser batizadas por ele (Lc 3.7). O homem começou a pregar no 15º ano de Tibério César, o imperador romano, quando Pilatos já era governador da Judéia (Lc 3.1). Ele era aquele que, por força da profecia e por força das circunstâncias, prepararia o caminho do Senhor, endireitando as suas veredas (Mt 3.3). Ele mesmo não era a luz, mas veio para falar a respeito da luz (Jo 1.8).

Não é possível entender tamanha popularidade nem o respeito que o povo tinha por ele como profeta (Mt 14.5). João Batista é o maior fenômeno na história da pregação!


[1] Revista Ultimato ed. 260, Setembro-Outubro de 1999.
Pr. Luís Filipe de Azevedo

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Artes marciais e o MMA: ferramenta do diabo para a perdição ou de Deus para evangelização?


Charges que fiz sobre A
rtes Marciais e o MMA, tema da matéria de capa da revista GeraçãoJC. Violência ou esporte? Mente sã ou filosofia pagã? Ferramenta do diabo para a perdição ou de Deus para evangelização? Bem, prefiro que você tire suas conclusões.

Clique nas imagens para obter melhor visualização

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Agenda Henfil 2012

Nesta terça-feira, dia 20, aconteceu na livraria Maviola, rua das Laranjeiras, 280, Lojas B e C, o lançamento da Agenda Henfil 2012 produzida pelo Instituto Henfil. Esse é o segundo ano da Agenda que, diga-se de passagem, é show de bola! Vale a pena dá uma conferida. Acessem agora! http://www.moviolalivraria.com.br/

domingo, 27 de novembro de 2011

Anorexia, bulimia e músculos exagerados

Charges inéditas da Geraçã JC! Anorexia e bulimia. Meninas que não hesitam em colocar em risco a própria vida passando dias sem comer ou tomando remédios para emagrecer. Muitas forçam o vômito e outras praticam a automutilação. Também sobre o culto exagerado à imagem e o atual estereótipo de corpos esbeltos e musculosos podem causar muitos danos para quem quer, a todo custo, conquistar o corpo “ideal”.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

31 de outubro, 13 anos de casamento

Momento de carinho durante as fotos

Agora não estou só
Somente só
Vendo o crepúsculo e a noite chegar
Não surge mais o vento, vento manhoso
Que enxugava as lágrimas frias do meu rosto

Agora canto
Agora falo
Agora faço

Não me sinto mais só
Não sinto mais o vento manhoso
Que insistia em enxugar
As lágrimas frias do meu rosto
Obrigado, Senhor
Existimos

PS.: poesia declamada para minha esposa (então namorada) assim que nos conhecemos, em 1995

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Steve Jobs se recusou a fazer cirurgia que poderia ter salvado sua vida, afirma biógrafo

Caricatura de Pablo Rosendo – pablorosendo.blogspot.com

RIO - Steve Jobs, o co-fundador da Apple morto este mês, se recusou a fazer uma cirurgia que poderia ter salvado sua vida. Ele só foi convencido pela família a se submeter à operação nove meses depois, mas já era tarde: seu câncer de pâncreas estava em estágio muito avançado. Quem conta a história é Walter Isaacson, autor da única biografia autorizada do executivo, a ser lançada globalmente no próximo dia 24. Em entrevista ao programa de TV americano "60 Minutes", que vai ao ar no domingo, o jornalista explica porque Jobs não queria ser operado. - Eu perguntei os motivos e ele me respondeu: "Eu não queria que meu corpo fosse aberto... Eu não queria ser violado daquele jeito" - lembra Isaacson, que fez mais de 40 entrevistas com o empresário, uma delas às vésperas de sua morte. Apesar de raro, o câncer de Jobs era curável e de potencial menos fatal que os outros tipos da doença. O executivo foi submetido a uma cirurgia para remover o tumor do pâncreas em 2004 - a que Isaacson se refere - e fez um transplante de fígado em 2009. Steve Jobs morreu de parada respiratória provocada por um tumor metastático neuroendócrino do pâncreas . O termo metastático significa que o câncer, diagnosticado em 2004, se espalhou por outros órgãos. O jornalista acha que há relação entre a recusa de Jobs e sua religiosidade. O empresário era zen-budista e, em vez de uma operação invasiva, preferiu tratamentos alternativos. Mas, por causa dos desdobramentos de sua doença, Steve Jobs acabou se arrependendo de ter adiado a cirurgia. - Eu acho que ele pensava que se você ignora alguma coisa, se você não quer que algo exista, seu pensamento pode funcionar como uma espécie de mágica. Nós conversamos muito sobre isso. Ele queria falar sobre isso, sobre como estava arrependido. Eu acho que ele pensava que deveria ter sido operado antes - afirmou Isaacson, segundo o qual Steve Jobs continuou submetendo-se a tratamentos contra o câncer secretamente enquanto dizia a todos que estava curado.

Leia mais sobre esse assunto em Digital & Mídia - O Globo
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domingo, 16 de outubro de 2011

Por que as pessoas gritam?

O Grito, de Edvard Munch

Um dia, um mestre indiano, preocupado com o comportamento dos seus discípulos, que viviam aos berros uns com os outros, fez a seguinte pergunta:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ou quando não se entendem?
- Gritamos porque perdemos a calma - disse um deles.
- Mas por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? - questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça - retrucou outro discípulo.
O mestre volta a perguntar:
- Não é possível falar com a outra pessoa em voz baixa?
Os alunos deram várias respostas, mas nenhuma delas convenceu o velho pensador, que esclareceu:
- O fato é que quando duas pessoas gritam é porque, quando estão aborrecidas, seus corações estão muito afastados. E, para cobrir esta distância, precisam gritar para que possam escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão de gritar, para que possam ouvir umas às outras, por causa da grande distância.
E continuou o sábio:
- Por outro lado, quando duas pessoas estão enamoradas, não gritam; falam suavemente. Por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. As vezes, seus corações estão tão próximos que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, o que basta. Seus corações se entendem. E justamente isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará o dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
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Pela longanimidade se persuade o príncipe, e a língua branda amolece até os ossos.
Provérbios 25.15