Querido, obrigado pela visita. Meu objetivo fundamental é divulgar o infinito amor de Deus. Falar que sem Ele não há vida, não há sentido de caminharmos, de cartunizarmos, de fazermos tudo que sentimos e pensamos. Aqui você encontrará muita charge, cartum, caricatura, tirinhas e eventos de humor (você também pode clicar à direita, na coluna “Arquivo”), assim como personalidades que marcaram a minha vida, assuntos relacionados à teologia, pesquisa, etc. Espero que você goste e volte sempre! Aliás, podemos também ter um feedback no Twitter e no Facebooksexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Seja muito bem-vindo!
Querido, obrigado pela visita. Meu objetivo fundamental é divulgar o infinito amor de Deus. Falar que sem Ele não há vida, não há sentido de caminharmos, de cartunizarmos, de fazermos tudo que sentimos e pensamos. Aqui você encontrará muita charge, cartum, caricatura, tirinhas e eventos de humor (você também pode clicar à direita, na coluna “Arquivo”), assim como personalidades que marcaram a minha vida, assuntos relacionados à teologia, pesquisa, etc. Espero que você goste e volte sempre! Aliás, podemos também ter um feedback no Twitter e no FacebookO fenômeno na história da pregação
Ele não construiu uma catedral. Não comprou um cinema. Não alugou um auditório no centro de Jerusalém. Não armou uma tenda gigante. Pregava no deserto, no deserto da Judéia, do lado ocidental do mar Morto. Ele não ia atrás de ouvintes. Os ouvintes é que iam atrás dele. E eram muitos: “todos os habitantes de Jerusalém” (Mc 1.5), “toda a Judéia e toda a circunvizinhança do Jordão” (Mt 3.5).
Ele não espalhava outdoors nem colocava faixas para anunciar as reuniões. Não punha chamadas nas emissoras de rádio e televisão. Não publicava convites nos jornais nem mandava distribuir volantes de casa em casa. Não afixava cartazes bem feitos em paredes e postes. Não contava com trios elétricos para percorrer toda a região nem tocava trombeta para chamar a atenção dos transeuntes.
Ele não contratava bandas. Não anunciava shows. Não convidava cantores famosos. Não fazia propaganda de milagres, não anunciava curas, não pregava sobre prosperidade nem prometia noivas e noivos para os solteiros. Não sabia fazer louvor aeróbico.
Ele não usava vestes talares. Vestia-se agressivamente: cobria o corpo com pêlos de camelo e amarrava-os com um cinto de couro.
Ele não tinha papas na língua. Não pregava mensagens adocicadas. Não rodeava. Ia direto ao assunto. Não fazia (nem levantava) ofertas. Exigia ações do tipo: “Façam coisas que mostrem que vocês se arrependeram dos seus pecados” (Mt 3.8, BLH). Pregava o batismo de arrependimento, arrependimento de pecados recentes e remotos, de pecados individuais e coletivos. Não era muito educado com seus ouvintes. Chamava-os de “raça de víboras” (Mt 3.7). Provocava neles o temor do Senhor. Destruía-lhes as falsas esperanças e arrancava deles o manto que encobria suas grosserias. Clamava pela urgência: “O machado já está pronto para cortar as árvores pela raiz” (Mt 3.10, BLH).
Não obstante a falta de promoção, não obstante o local impróprio e distante, não obstante o temperamento excêntrico do pregador, não obstante a sua mensagem atordoadora, as multidões saíam a João Batista para ser batizadas por ele (Lc 3.7). O homem começou a pregar no 15º ano de Tibério César, o imperador romano, quando Pilatos já era governador da Judéia (Lc 3.1). Ele era aquele que, por força da profecia e por força das circunstâncias, prepararia o caminho do Senhor, endireitando as suas veredas (Mt 3.3). Ele mesmo não era a luz, mas veio para falar a respeito da luz (Jo 1.8).
Não é possível entender tamanha popularidade nem o respeito que o povo tinha por ele como profeta (Mt 14.5). João Batista é o maior fenômeno na história da pregação!
Ele não espalhava outdoors nem colocava faixas para anunciar as reuniões. Não punha chamadas nas emissoras de rádio e televisão. Não publicava convites nos jornais nem mandava distribuir volantes de casa em casa. Não afixava cartazes bem feitos em paredes e postes. Não contava com trios elétricos para percorrer toda a região nem tocava trombeta para chamar a atenção dos transeuntes.
Ele não contratava bandas. Não anunciava shows. Não convidava cantores famosos. Não fazia propaganda de milagres, não anunciava curas, não pregava sobre prosperidade nem prometia noivas e noivos para os solteiros. Não sabia fazer louvor aeróbico.
Ele não usava vestes talares. Vestia-se agressivamente: cobria o corpo com pêlos de camelo e amarrava-os com um cinto de couro.
Ele não tinha papas na língua. Não pregava mensagens adocicadas. Não rodeava. Ia direto ao assunto. Não fazia (nem levantava) ofertas. Exigia ações do tipo: “Façam coisas que mostrem que vocês se arrependeram dos seus pecados” (Mt 3.8, BLH). Pregava o batismo de arrependimento, arrependimento de pecados recentes e remotos, de pecados individuais e coletivos. Não era muito educado com seus ouvintes. Chamava-os de “raça de víboras” (Mt 3.7). Provocava neles o temor do Senhor. Destruía-lhes as falsas esperanças e arrancava deles o manto que encobria suas grosserias. Clamava pela urgência: “O machado já está pronto para cortar as árvores pela raiz” (Mt 3.10, BLH).
Não obstante a falta de promoção, não obstante o local impróprio e distante, não obstante o temperamento excêntrico do pregador, não obstante a sua mensagem atordoadora, as multidões saíam a João Batista para ser batizadas por ele (Lc 3.7). O homem começou a pregar no 15º ano de Tibério César, o imperador romano, quando Pilatos já era governador da Judéia (Lc 3.1). Ele era aquele que, por força da profecia e por força das circunstâncias, prepararia o caminho do Senhor, endireitando as suas veredas (Mt 3.3). Ele mesmo não era a luz, mas veio para falar a respeito da luz (Jo 1.8).
Não é possível entender tamanha popularidade nem o respeito que o povo tinha por ele como profeta (Mt 14.5). João Batista é o maior fenômeno na história da pregação!
[1] Revista Ultimato ed. 260, Setembro-Outubro de 1999.
Pr. Luís Filipe de Azevedo
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Artes marciais e o MMA: ferramenta do diabo para a perdição ou de Deus para evangelização?

Charges que fiz sobre Artes Marciais e o MMA, tema da matéria de capa da revista GeraçãoJC. Violência ou esporte? Mente sã ou filosofia pagã? Ferramenta do diabo para a perdição ou de Deus para evangelização? Bem, prefiro que você tire suas conclusões.
Clique nas imagens para obter melhor visualização
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Agenda Henfil 2012
Nesta terça-feira, dia 20, aconteceu na livraria Maviola, rua das Laranjeiras, 280, Lojas B e C, o lançamento da Agenda Henfil 2012 produzida pelo Instituto Henfil. Esse é o segundo ano da Agenda que, diga-se de passagem, é show de bola! Vale a pena dá uma conferida. Acessem agora! http://www.moviolalivraria.com.br/
Marcadores:
Agenda Henfil 2012
domingo, 27 de novembro de 2011
Anorexia, bulimia e músculos exagerados
Charges inéditas da Geraçã JC! Anorexia e bulimia. Meninas que não hesitam em colocar em risco a própria vida passando dias sem comer ou tomando remédios para emagrecer. Muitas forçam o vômito e outras praticam a automutilação. Também sobre o culto exagerado à imagem e o atual estereótipo de corpos esbeltos e musculosos podem causar muitos danos para quem quer, a todo custo, conquistar o corpo “ideal”.

Marcadores:
Anorexia,
bulimia e músculos exagerados,
Humor GeraçãoJC
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
31 de outubro, 13 anos de casamento
Agora não estou só
Somente só
Vendo o crepúsculo e a noite chegar
Não surge mais o vento, vento manhoso
Que enxugava as lágrimas frias do meu rosto
Agora canto
Agora falo
Agora faço
Não me sinto mais só
Não sinto mais o vento manhoso
Que insistia em enxugar
As lágrimas frias do meu rosto
Obrigado, Senhor
Existimos
PS.: poesia declamada para minha esposa (então namorada) assim que nos conhecemos, em 1995
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Steve Jobs se recusou a fazer cirurgia que poderia ter salvado sua vida, afirma biógrafo
RIO - Steve Jobs, o co-fundador da Apple morto este mês, se recusou a fazer uma cirurgia que poderia ter salvado sua vida. Ele só foi convencido pela família a se submeter à operação nove meses depois, mas já era tarde: seu câncer de pâncreas estava em estágio muito avançado. Quem conta a história é Walter Isaacson, autor da única biografia autorizada do executivo, a ser lançada globalmente no próximo dia 24. Em entrevista ao programa de TV americano "60 Minutes", que vai ao ar no domingo, o jornalista explica porque Jobs não queria ser operado. - Eu perguntei os motivos e ele me respondeu: "Eu não queria que meu corpo fosse aberto... Eu não queria ser violado daquele jeito" - lembra Isaacson, que fez mais de 40 entrevistas com o empresário, uma delas às vésperas de sua morte. Apesar de raro, o câncer de Jobs era curável e de potencial menos fatal que os outros tipos da doença. O executivo foi submetido a uma cirurgia para remover o tumor do pâncreas em 2004 - a que Isaacson se refere - e fez um transplante de fígado em 2009. Steve Jobs morreu de parada respiratória provocada por um tumor metastático neuroendócrino do pâncreas . O termo metastático significa que o câncer, diagnosticado em 2004, se espalhou por outros órgãos. O jornalista acha que há relação entre a recusa de Jobs e sua religiosidade. O empresário era zen-budista e, em vez de uma operação invasiva, preferiu tratamentos alternativos. Mas, por causa dos desdobramentos de sua doença, Steve Jobs acabou se arrependendo de ter adiado a cirurgia. - Eu acho que ele pensava que se você ignora alguma coisa, se você não quer que algo exista, seu pensamento pode funcionar como uma espécie de mágica. Nós conversamos muito sobre isso. Ele queria falar sobre isso, sobre como estava arrependido. Eu acho que ele pensava que deveria ter sido operado antes - afirmou Isaacson, segundo o qual Steve Jobs continuou submetendo-se a tratamentos contra o câncer secretamente enquanto dizia a todos que estava curado.
Leia mais sobre esse assunto em Digital & Mídia - O Globo
© 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
Marcadores:
Apple,
Caricatura de Steve Jobs
domingo, 16 de outubro de 2011
Por que as pessoas gritam?
Um dia, um mestre indiano, preocupado com o comportamento dos seus discípulos, que viviam aos berros uns com os outros, fez a seguinte pergunta:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ou quando não se entendem?
- Gritamos porque perdemos a calma - disse um deles.
- Mas por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? - questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça - retrucou outro discípulo.
O mestre volta a perguntar:
- Não é possível falar com a outra pessoa em voz baixa?
Os alunos deram várias respostas, mas nenhuma delas convenceu o velho pensador, que esclareceu:
- O fato é que quando duas pessoas gritam é porque, quando estão aborrecidas, seus corações estão muito afastados. E, para cobrir esta distância, precisam gritar para que possam escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão de gritar, para que possam ouvir umas às outras, por causa da grande distância.
E continuou o sábio:
- Por outro lado, quando duas pessoas estão enamoradas, não gritam; falam suavemente. Por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. As vezes, seus corações estão tão próximos que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, o que basta. Seus corações se entendem. E justamente isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará o dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
_________________
Pela longanimidade se persuade o príncipe, e a língua branda amolece até os ossos.
Provérbios 25.15
sábado, 24 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Alô galera do traço! Chegou o XVIII Salão Nacional de Humor de Ribeirão Preto!
A Secretaria Municipal da Cultura está com inscrições abertas para a 18ª edição do Salão Nacional de Humor de Ribeirão Preto. O evento recebe três tipos de trabalho: cartum, charge e caricatura.Inscrições: As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de outubro, de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14 às 18h, no Museu de Arte de Ribeirão Preto - MARP, na rua Barão do Amazonas, 323, centro. Mais informações pelo telefone (16) 3635-2421.
Trabalhos: Um mesmo artista poderá inscrever três trabalhos em cada categoria. Os trabalhos deverão ser enviados em um único envelope, com ficha de inscrição preenchida e assinada. A seleção e premiação serão realizadas no dia 18 de outubro, por júri composto por três membros designados pela comissão organizadora do salão.
Premiação: Os prêmios serão distribuídos da seguinte forma: três prêmios (um para cada categoria) de R$ 2 mil e três prêmios (um para cada categoria) de R$ 1.000. Poderão ainda, ser conferidas menções honrosas, prêmios de incentivos e troféus. Confira também no blog do Zé Roberto
Marcadores:
XVIII Salão Nacional de Humor de Ribeirão Preto
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Gramado, uma das cidades mais visitadas do país
Assinar:
Postagens (Atom)







