segunda-feira, 7 de maio de 2012
Começam os preparativos para o 4º Salão Medplan de Humor. Ainda há tempo, galera!
domingo, 6 de maio de 2012
Última semana para ver "Guerra e Paz: Portinari com Humor". Não percam!
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| Galeria Candido Portinari |
terça-feira, 1 de maio de 2012
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco..”
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No Estádio do Engenhão, Rio de Janeiro,
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
Um pequeno príncipe chamado Rodrigo
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| Rodriguinho, um príncipe rubro-negro |
Senso de responsabilidade e sensibilidade tornaram-se palavras que, ao longo dos anos, fariam parte de minha vida após a leitura desse encantador livro escrito por Antoine de Saint-Exupéry. É uma máxima simples, afinal, somos responsáveis por aqueles com quem criamos laços. Mas por que? Porque o nosso coração, quando cultivado, fica mais e mais sensível a tudo o que vem daquela pessoa. Não é verdade?
Rodriguinho, meu sobrinho lindo (foto), filho de meu mano Fárlei Gil e Ana Angélica, é esse tipo de pessoa que, se você abraça, beija e o leva para soltar pipa, pronto: você se torna eternamente responsável por ele, afinal, o moleque vai lhe cobrar presença e afetividade; vai lhe cobrar beijos e carinhos na certeza de que a reciprocidade será verdadeira.
Acompanhei seus primeiros passos, primeiras palavras e o seu jeito sapeca de curtir a vida. Louvo a Deus por esse menino lindo! Um menino de Deus, um menino que gosta demais do Flamengo (ufa! Ainda bem!). Um menino feito o pequeno Príncipe que, do nada, chega até você e diz: “Se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro.”
Diz um provérbio francês que uma criança é um anjo cujas asas diminuem na medida em que suas pernas crescem. Esse é o Rodrigo! Um anjinho de pernas que a cada dia crescem, e coração que a cada minuto se abre para a vida, para as pessoas, para Deus! Receba um beijão do tio, meu pequeno príncipe! Amo você!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Pastor que morreu no Titanic evangelizou até o último momento
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John Harper abriu mão do seu colete
salva-vida para ajudar
os demais passageiros
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Em 1912, a revista comercial The Shipbuilder, descreveu o Titanic como “praticamente insubmergível”. Ficou célebre também, a declaração feita em 31 de maio de 1911, quando um empregado da Companhia de Construção Naval White Star disse: “Nem mesmo Deus pode afundar esse navio”.
O pastor escocês John Harper e sua filha Nana, de seis anos de idade, estavam a bordo na noite fatídica em que morreram mais de mil e quinhentas pessoas. Quatro anos antes, a esposa de Harper falecera e ele sabia que a menina ficaria órfã aos seis anos de idade. Mesmo assim, ele a embarcou em um dos botes salva-vidas e preferiu tentar ajudar os demais.
O motivo de sua viagem era pregar em uma das maiores igrejas dos Estados Unidos na época, Moody Church em Chicago. A igreja estava esperando por sua chegada, pois não somente ele pregaria uma série de mensagens, mas daria oficialmente a resposta que aceitaria pastorear a igreja nos EUA.
Harper era conhecido como um pregador envolvente e havia sido pastor de duas igrejas na Grã-bretanha, em Glasgow e Londres. Seu estilo de pregação era adequado para um evangelista como testemunham as palavras de um pastor amigo. “Ele era um pregador do ar livre acostumado a falar para grandes públicos… Ele possuía uma grande compreensão das verdades bíblicas que lhe permitam combater com sucesso todos os ataques à fé”.
Quando o Titanic bateu no iceberg, Harper, por ser viúvo poderia ter se juntado à filha, mas optou por dar àquelas pessoas mais uma chance de conhecer a Cristo. Há registros que Harper correu de pessoa em pessoa, contando apaixonadamente aos que estavam em pânico sobre a necessidade de aceitarem a Cristo.
Quando a água começou a afundar o navio, Harper foi ouvido gritando: “Deixem as mulheres, as crianças, e os descrentes subirem primeiro nos botes salva-vidas.” Ao ouvir um homem rejeitar seu apelo para que aceitasse Jesus, Harper deu-lhe o colete salva-vida que usava e disse: “você precisa disso mais do que eu.” Até o último momento que esteve a bordo do navio, Harper pediu que as pessoas entregassem suas vidas para Jesus.
Quatro anos após a tragédia, durante uma reunião um sobrevivente do Titanic, um sobrevivente contou como foi seu contato com Harper no meio das águas geladas do Atlântico.
Ele testemunhou que ele estava se agarrando em um pedaço dos detritos quando Harper nadou até ele, fazendo duas vezes o convite bíblico: “crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.” Ele disse que rejeitou a oferta na primeira vez.
No entanto, ao ouvir o apelo sendo repetido pelo pastor, sabendo dos quilômetros de água sob seus pés, aquele homem entregou sua vida a Cristo. Logo em seguida disse que viu Harper sucumbindo ao frio e afundando. Ele concluiu seu testemunho na reunião de sobreviventes simplesmente dizendo: “Eu sou o último convertido de John Harper”.
Sua filha, Nana, foi resgatada e mandada de volta à Escócia, onde cresceu, casou-se com um pastor, e dedicou toda a sua vida ao Senhor.
Traduzido e adaptado de Christian Examiner e BP News
Fontes: Gospel Prime - Via Visão do Atalaia
Micheline Gomes
terça-feira, 17 de abril de 2012
Revista Mania Digital
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Livro Rock Brasil Anos 80
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Alexandre Emílio, o jornalista com alma de cartunista: muita saudade
Em 1990 lancei, juntamente com meu meu irmão Fárlei, o jornal Uniação, o “pasquim evangélico” que, em 1994, foi relançado com distribuição para mais de 2.500 bancas do Estado do Rio de Janeiro. A gente mandava ver! Era muito legal. “Choviam" cartas na redação! Como eu tinha publicado cartuns e charges no Pasquim de Ziraldo, Jaguar, Millôr, Henfil e Cia (era “fim de festa”, ou seja, a ditadura militar dava seus últimos suspiros), não encontrei dificuldades para colocar o nosso jornal nas mãos de leitores curiosos, afinal, era a primeira publicação evangélica que focava o humor. Criticávamos a hipocrisia, o descaso e outras posturas exageradas de algumas pessoas que se diziam crentes. Era um “alerta” que não agradava a todos. Nesse ínterim, percebemos que seria interessante termos um editor com nossa visão, que abraçasse nossas ideias. Um jornalista que tivesse nas veias, o sarcasmo, a irreverência, e, fundamentalmente, que fosse convertido ao Evangelho de Cristo Jesus. Encontramos. Chamava-se Alexandre Emílio (foto). Um homem com a alma de criança. Um jornalista com cara de cartunista. Um homem de Deus que viveu a vida sem nunca perder a esperança de dias melhores. Um jornalista que editava com alegria, escrevia com amor e brincava sem perder a sensibilidade do mover de Deus através do que publicávamos. Esse era o Alexandre. Para todos da redação, um pai, amigo, irmão, parceiro. Alexandre foi para o Pai Celestial na madrugada de segunda-feira, dia 7 de abril de 2012. O Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor. (Jó.1.21). Fica uma grande saudade. Que Deus console toda a família do meu grande amigo Alexandre Emílio, o jornalista/cartunista.sábado, 31 de março de 2012
Como lidar com as diferenças e defeitos do outro no relacionamento
Pessoal, seguem 4 cartuns que fiz para a revista GeraçãoJC sobre o tema Como lidar com as diferenças e defeito do outro no relacionamento. Um tema interessante e desafiador, afinal, o amor se aperfeiçoa nessas diferenças, não é verdade? Em breve no site www.cpad.com.br. Para melhor visualização, clique nas imagens.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Salvação somente pela Graça

Todo homem natural luta contra a salvação pela graça. Embora não haja bem nenhum em nós, todos nós pensamos que temos; embora todos nós tenhamos quebrado a lei, e tenhamos perdido todo o direito de receber o favor divino, ainda estamos orgulhosos o suficiente para imaginar que não estamos tão mal quanto os outros, que há algumas circunstâncias atenuantes em nossas ofensas, e que podemos, de alguma forma, apelar à justiça, bem como para a compaixão de Deus. Assim, o apóstolo coloca tão fortemente: "Pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus, não de obras, para que ninguém se glorie".
A declaração do texto significa exatamente isso, que todos nós precisamos de salvação – salvação dos nossos pecados, e salvação das conseqüências deles, e que se somos salvos não é por causa de quaisquer obras que já tenhamos realizado. Quem, entre nós, ao olhar para trás em sua vida passada, ousaria dizer que merece a salvação?
Nem somos salvos por causa de quaisquer obras previstas, que ainda estão para ser realizadas por nós. Nós não fizemos nenhuma barganha com Deus que desse a Ele tanto serviço para tanta misericórdia; nem Ele fez qualquer aliança conosco, nesse contexto, Ele livremente nos salvou; e se o serviremos, crendo como deveríamos, com todo nosso coração, alma e força, mesmo assim, não teremos espaço para nos gloriarmos, porque nossas obras são realizadas em nós pelo Senhor. “O que temos nós então que não tenhamos recebido?”
De um sermão de Charles Haddon Spurgeon, intitulado "Salvação Somente pela Graça", proferido 4 de agosto de 1872.
Tradução: Jair Kunzler
Acesse e leia mais: Ortodoxia
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Bispo Robinson Cavalcanti é assassinado

Um crime bárbaro chocou o bairro dos Bultrins, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife. Em um ataque de fúria, Eduardo Olímpio Cotias Cavalcanti, 29 anos, assassinou a facadas seus pais adotivos, por volta das 22h de domingo (26), dentro da casa da família, nos Bultrins. Armado com uma faca peixeira, ele matou o pai, o bispo anglicano Edward Robinson de Barros Cavalcanti, 68, que morreu no local, e a mãe, a professora aposentada Miriam Nunes Machado Cotias Cavalcanti, 64. Ela ainda foi levada ao Hospital Tricentenário, em Olinda, mas não resistiu. Dentro da casa ainda estava uma senhora de 78 anos, tia do bispo Robinson Cavalcanti, que viu a cena mas não sofreu nenhum tipo de violência. Após o assassinato, Eduardo tentou se matar, tomando veneno e se esfaqueando. Ele foi levado ao Hospital da Restauração e não corre risco de morte. Os corpos dos pais estão no Instituto de Medicina Legal (IML).
Em 1995, tive o privilégio de conhecê-lo pessoalmente na igreja metodista de Cascadura, Rio de Janeiro. Na ocasião, o entrevistamos para um jornal que editávamos. Sempre o admirei profundamente. Deixo aqui um registro de parte da sinopse do seu livro O Cristianismo e a Política, que tive o prazer de comprar ainda em sua primeira edição: “A luta por um sistema mais justo ou por leis mais justas não pode ser travada às custas do esquecimento de que é necessária a graça de Deus para transformar o velho homem. E que qualquer mobilização ou ação política deve começar de joelhos”.
Cliquen aqui Púlpito Cristão e leia o texto “A morte do bispo Robson Cavalcanti e a insensibilidade humana”, de Renato Vargens





