quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Um relato de fé e ações

Eu vou lhe mostrar a minha fé por meio das minhas ações. (Tg 2.18b)
Se tivesse tempo, papel, tinta e memória suficientes, e menos modéstia, Tiago poderia ter se estendido bem mais depois de escrever: “Eu vou lhe mostrar a minha fé por meio das minhas ações”. Ele abriria o verbo assim:
“Embora tenhamos sido criados no mesmo lar e tido a mesma mãe, eu e meu irmão não críamos em Jesus. A essa altura, em meu íntimo e sem ofender minha mãe e meu pai, nunca acreditei naquela história que eles nos contavam de que o Senhor era filho só de minha mãe. De vez em quando, pensava que Jesus era megalomaníaco, por dizer, por exemplo, que ele e o Pai eram uma só pessoa. Os milagres que Jesus fez, sua sabedoria, as horas que gastava em oração, a transfiguração que, segundo os filhos de Zebedeu, ele sofreu naquele monte – eu atribuía tudo isso ao fato inegável de que ele era um paranormal e nada mais.
“Porém, depois que fiquei sabendo do túmulo vazio, apesar da presença de uma guarda numerosa da tarde de sexta-feira até a madrugada do primeiro dia da semana – eu e meus irmãos entregamos os pontos! Eu pedi desculpas à minha mãe por ter duvidado de que a primeira gravidez dela havia sido, de fato, sobrenatural. Imediatamente me tornei discípulo de Jesus e comecei a me reunir com minha mãe, meus irmãos, os apóstolos e os demais discípulos, para orar num sobradinho de Jerusalém. Eu era um dos 120 irmãos que elegeram Matias para o lugar de Judas. Com o passar do tempo, passei a ter muito destaque na igreja, tenho sido uma das colunas dela, e desempenhei um papel importante no Concílio de Jerusalém. Tudo isso aconteceu porque a graça de Deus se manifestou salvadora a mim por meio da fé – aquela fé associada e comprovada pelas ações, sobre a qual estou escrevendo a vocês, o povo de Deus espalhado pelo mundo inteiro”. A fé com obras transforma céticos em crentes!
* Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Geração Z: nascidos na alta tecnologia - Parte 2

Já tivemos a “Geração Coca-cola”, a “Geração X”, a “Geração Y” e agora temos a “Geração Z”. Cada uma tem sua particularidade. A Geração Z, por exemplo, já nasceu conectada. A maior parte dessa galera não conhece o mundo sem a internet. Ela está altamente movida pela tecnologia e, lógico, marcada pela globalização. Confira mais cartuns na seção CHARGES. Você pode visitar também a página da Geração JC e ser edificado com as reportagens, entrevistas, artigos, blog e muitos mais! Valeu, pessoal! 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Quando a dor da morte e do luto chegar

Marcelo de Oliveira e Oliveira
Em algumas partes do meio evangélico pentecostal, uma mãe chorar a morte do filho ou a esposa sofrer a partida repentina do esposo é “pecado”. Quer-se a todo custo que a pessoa enlutada permaneça firme na “obra de Deus”. Infelizmente, esse pensamento faz parte de uma perspectiva teológica equivocada e sem contexto de que os “mortos devem enterrar o seus mortos” e de que não há tempo para o “servo de Deus” sofrer as agruras da vida porque a “obra de Deus” não pode parar. Pessoas que pensam assim, não têm noção de que a maior obra de Deus, neste caso, é consolar quem perdeu o seu ente querido: “Se alguém entre vós cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes, engana o seu coração, a religião desse é vã. A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo” (Tg 1.26,27).
Que tristeza ver pessoas se desumanizarem em nome de uma fé que nada tem a ver com o Evangelho! Pior ainda é contemplar gente disferindo ataques contra o dia de finados pensando defender a fé cristã. Não vou tão longe, no sentido de fazer culto aos mortos, pois pelo Evangelho eu sei que Deus é o Deus de vivos e que quaisquer pessoas que, em Cristo, passaram da vida para morte estão vivas. Entretanto, a memória de quem se foi deve ser preservada sim. A mãe deve viver o luto da passagem do seu filho. Ora, imagine a dor! Imagine o sofrimento! Imagine a angústia!
No luto, o tempo é de parar e de se recolher. É tempo de repensar a vida. É tempo da comunidade dos santos sair das quatro paredes para consolar, abrandar o sofrimento e dar o absoluto apoio para a pessoa enlutada. Não é tempo de cobrar a ausência aos cultos da pessoa enlutada.
Por favor, não faça isso!
Embora eu entenda que pode haver a mais pura e doce intenção nessa cobrança, isso soa despreocupação com o estado existencial de quem perdeu o ente querido.
Recentemente, aconselhei uma pessoa dilacerada pela dor da perda e pela dor de não ter achado em sua igreja local o consolo e o abraço amigo. Isso ocorreu fora do Rio de Janeiro.
Como é triste batalhar a vida inteira pela causa do Evangelho e quando se mais precisar não achar apoio onde deveria havê-lo em primeiro lugar: “visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações” (Tg 1.27).
Com muito amor e carinho, a senhora sofrida ouviu de minha boca as palavras pelas quais passo a relatar: Minha irmã, ignore totalmente as palavras de quem pensa assim, pois ela não sabe o que diz. Não adianta persistir! Essa pessoa não entenderá o que realmente importa na causa do Evangelho. Quanto à senhora, chore a morte da sua filha. Chore, porque Jesus chorou a morte do seu amigo Lázaro, o que significa que o nosso Senhor compreende bem o que a senhora está sentindo. Leia diariamente os salmos 23 e 38. Esses salmos me confortaram muito quando fui atacado pela depressão. Leia-os orando, pedindo misericórdia e graça ao Senhor. Tenho certeza de que o nosso Senhor não lhe abandonará, como não me abandonou. Se puder, faça uma viagem com suas outras filhas e esposo. Vá para bem longe, procure está mais próxima daqueles que te amam e lhe querem bem. Isso não vai sarar a dor da perda, porque não há nada que repare a dor de uma mãe que perdeu uma filha, mas tais atitudes certamente lhe trarão consolo e esperança. Mais paz e equilíbrio, sabendo que a sua filha amada agora está viva com o Pai.
Com isso, o Corpo de Cristo deve consolar uns aos outros para todos tenhamos esperança em Deus (1 Ts 4.18).
Que essa humilde palavra também possa servir de consolo e paz para você, seja a que cobra o outro, ou seja a pessoa enlutada.
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Marcelo de Oliveira e Oliveira é pregador do Evangelho desde que a Graça de Deus o inundou por inteiro. Casado com Gilmara dos S. e Oliveira.
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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Geração Z — Jovens nascidos na alta tecnologia

Já tivemos a “Geração Coca-cola”, a “Geração X”, a “Geração Y” e agora temos a “Geração Z”. Cada uma tem sua particularidade. A Geração Z, por exemplo, já nasceu conectada. A maior parte dessa galera não conhece o mundo sem a internet. Ela está altamente movida pela tecnologia e, lógico, marcada pela globalização. Confira mais cartuns na seção CHARGES. Você pode visitar também a página da Geração JC e ser edificado com as reportagens, entrevistas, artigos, blog e muitos mais! Valeu, pessoal! 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Debate sobre “Xenofobia e liberdade de expressão”. Meu pitaco como cartunista

Para quem não viu, eis o debate sobre 'Xenofobia e liberdade de expressão', exibido pela TV Boas Novas, dia 19/01/2015. Tive o privilégio de participar, como cartunista e chargista. Clique no Link abaixo e assista na íntegra.  Acho que você vai gostar!