domingo, 27 de abril de 2014

1º Salão de Humor de Rio das Ostras

Estão abertas as inscrições para o 1º Salão de Humor de Rio das Ostras. A curadoria é do ótimo caricaturista Michelângelo, que atuou no jornal O Pasquim e nas publicações da Bloch. Poderão participar artistas brasileiros ou não, amadores ou profissionais, residentes no Brasil. Você que gosta de rabiscar, as categorias são: CHARGE, CARTUM, CARICATURA e HISTÓRIAS EM QUADRINHOS! Galera, haverá prêmios em dinheiro para o primeiro colocado em cada modalidade!! Visitem a página no link Salão de Humor de Rio das Ostras , ou acesse o blog do meu querido amigo Zé Roberto e tenha mais informações. Não fique de fora de um evento desse, numa cidade que, sinceramente, é show de bola!!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

“Não dói quando Rio!” – Reunião para o 1° Encontro de Humoristas do Rio de Janeiro

Da esquerda para direita: Zé Andrade, Christiano Boari, Liliana Ostrovsky, Gecelmo,
Magon (à frente com o cartaz), Alviño Fernanda, eu, Guedes e Guidacci
Dia 17 de abril de 2014, foi realizado a reunião para 1ª Encontro de Humoristas do Rio de Janeiro. A escolha do nome agradou a todos: “Não dói quando Rio”. O evento aconteceu no restaurante Taberna da Glória, reunindo uma galera que faz do riso o seu remédio, afinal, como suportar tantas injustiças? Basta ver a vergonha do Mensalão; a Copa do Mundo sem o estádio de abertura pronto e mobilização urbana zero; violência, insegurança; desemprego; impostos absurdos e por aí vai! O projeto nasceu de uma necessidade de integrar mais e mais profissionais do humor na Cidade Maravilhosa, tendo, como foco principal, a criação de novas estratégias de ação no mercado carioca, sem nunca perder, evidentemente, a alegria de rever os amigos do traço.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Charges publicadas na seção Geração Humor & Passatempo, revista GeraçãoJC
- Editora CPAD. Tema: jovens e adolescentes que fazem intercâmbio.

terça-feira, 18 de março de 2014

Esculturas demasiado humanas de Ron Mueck chegam ao Brasil

De 19 de março a 1º de junho, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro abrigará a primeira exposição no Brasil do artista plástico australiano Ron Mueck – que pode ser considerado o principal responsável pela revitalização da escultura figurativa na arte contemporânea. Originalmente montada pela Fondation Cartier, em Paris, a exposição é pequena mas representativa: são nove obras (das 40 que o artista já produziu em sua carreira), que até o mês passado estavam na Fundación Proa, em Buenos Aires, onde atraíram mais de 150 mil visitantes. No limite entre a realidade e a representação, a verdade e a ficção, são esculturas de pessoas comuns em situações (nem sempre) comuns: um casal de idosos sob um guarda-sol, um homem nu em um bote à deriva, uma mulher carregando bolsas de compras, um par de adolescentes que parecem compartilhar um segredo, com as mãos dadas de forma tensa. Todas meticulosamente trabalhadas em argila, silicone, fibra de vidro e resina com pintura acrílica, além de materiais orgânicos (cabelo de verdade etc). O resultado é impressionante: os pêlos, cílios, unhas e as imperfeições da pele, mas também a expressão corporal e a intensidade do olhar tornam as esculturas demasiado humanas – não fosse pelas dimensões, sempre ampliadas ou reduzidas em relação ao tamanho natural (a obra mais famosa de Mueck é um menino de cinco metros de altura, exposto na Bienal de Veneza em 1999). Por meio de uma irônica e meticulosa manipulação da realidade, Mueck altera a nossa percepção do espaço, do corpo humano e da própria realidade. O efeito das esculturas de Mueck é de estranhamento, de mistério, de desfamiliarização do olhar, ao mesmo tempo em que somos levados a refletir sobre temas como a juventude e a velhice, a maternidade, a doença e a morte. Além das nove obras – seis delas criadas para a exposição original em Paris – o público terá acesso a um documentário do diretor Gautier Deblonde, "Still Life" (“Natureza morta”): em 50 minutos, o vídeo mostra o solitário processo de composição das esculturas.
Realmente uma exposição imperdível! Mais Informações: Clique AQUI

Domingo, dia 23, estive no Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro. Depois de uma longa fila, finalmente me vi diante das incríveis esculturas do artista plástico australiano Ron Mueck que, repito, pode ser considerado o principal responsável pela revitalização da escultura figurativa na arte contemporânea. Você que ainda não viu, programa-se, afinal, valeu a pena!

domingo, 16 de março de 2014

Encontro de Cartunistas

Com J. Bosco, Amorim e Marcelo Magon, ao fundo
Sábado, dia 15, estive no Espaço Cultural Solar de Botafogo, onde acontece a exposição dos colegas caricaturistas Biratan e J.Bosco. Muito bom rever amigos do traço que fizeram (e fazem) parte da história do humor no Brasil. Confira no álbum EXPOSIÇÃO.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"Em 1964 - arte e cultura no ano do golpe". Exposição dos 50 anos do golpe militar

Charge do Fortuna abre a exposição
O Instituto Moreira Salles dedicará parte de sua programação anual para discutir os 50 anos do golpe militar que instalou a ditadura no Brasil. Em 1964 propõe uma imersão neste momento decisivo para o país a partir do ponto de vista de artistas e intelectuais cujos acervos estão sob a guarda do IMS ou que têm vínculos diretos com suas atividades.

Em 8 de fevereiro, às 19h, o IMS reviverá o show Opinião, espetáculo que marcou 1964. As músicas serão interpretadas pela cantora Joyce e pelo grupo Casuarina. O jornalista e escritor Sérgio Cabral participará contando histórias do show original. Na época, mais de 100 mil pessoas em várias cidades assistiram ao espetáculo, que tinha como proposta discutir a complexidade social e política do momento.

A partir do dia 9 de fevereiro, será possível visitar a exposição Em 1964, que permitirá ao espectador explorar os fatos culturais do período por meio de obras marcantes da literatura, da fotografia, do cinema e da música presentes nos acervos do IMS.

A ideia de imersão se desdobra no site Em 1964. Durante todo o ano, imagens, textos de época e outros especialmente escritos para o site completarão a experiência numa espécie de túnel do tempo para o ano do golpe.

A exposição exibirá fotografias do cineasta Jorge Bodanzky, feitas em Brasília no momento do golpe militar, mas trará também fotos de Chico Albuquerque e Henri Ballot documentando o cotidiano, como feiras, supermercados e outros costumes da vida diária dos brasileiros. 
O Instituto Moreira Salles fica rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea

Tel.: (21) 3284-7400/ (21) 3206-2500. Quanto a exposição: de 9 de fevereiro a 23 novembro