sábado, 10 de agosto de 2013
Charges publicadas na revista Geração JC. “Os benefícios e malefícios do uso da internet”
Cartuns publicados na revista Geração JC: “os benefícios e malefícios do uso da internet”. Interessante, afinal, não temos como negar que estamos cada vez mais dependentes dessa grande rede. Então, eis o desafio: qual deve ser o nosso posicionamento em relação ao uso dessa ferramenta?
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Em seus passos o que Jesus JAMAIS faria?
Pablo Massolar
"Em seus passos o que faria Jesus?" é o título de um livro escrito por Charles Sheldon e publicado originalmente em 1896, nos Estados Unidos, com o título "In His Steps".
A obra conta a história de Henry Maxwell, pastor da Primeira Igreja da cidade de Raymond, que vive honestamente sua vida confortável e sem contratempos, até o dia em que surge em sua igreja um homem pobre e necessitado. O episódio o leva a questionar seus próprios valores, o seu modo de vida e prioridades, colocando diante de si a inquietante questão: "O que Jesus faria?".
A partir disso, decide propor aos fiéis de sua igreja que se comprometam durante um ano a não fazerem nada sem antes perguntarem o que Jesus faria na mesma situação. O desenrolar da história descreve as experiências, tanto de satisfação e realização pessoal, como também de conflito e incompreensão que vão enfrentando à medida que se empenham em levar adiante o desafio proposto.
Hoje em dia há tanta gente doente e inescrupulosa dizendo agir "em nome de Jesus", proclamando da boca para fora "seguir os passos de Jesus", mas negando-o nas atitudes, enganando, extorquindo, manipulando e oprimindo que fica difícil encontrar Jesus, de verdade, nos passos destes. Ainda que eles gritem ou cantem nervosamente o nome de Jesus o tempo todo e façam até alguns aparentes sinais milagrosos.
Algumas vezes a imagem e referência do Jesus dos Evangelhos se apaga e se confunde com tanta demonstração tosca do que querem erroneamente fazer parecer Jesus, mas nem de longe se parece efetivamente com os passos de Jesus.
Mais do que levantar questões meramente morais ou culturais, percebo a urgência de esclarecer o que não representa e jamais se veria na vida prática do verdadeiro Jesus dos Evangelhos.
Acredito que boa parte do engano se dá pelo fato das pessoas não lerem e não conhecerem minimamente os Evangelhos, além da grande distorção que se faz com as escrituras por dinheiro ou para fazer perpetuar os domínios aprisionantes das instituições e dos rituais de poder humano.
Jesus jamais exigiu sacrifícios pessoais, esforço financeiro ou físico, presentes ou qualquer tipo de oferta para abençoar, curar, salvar, purificar e orientar as pessoas a sua volta.
Jesus jamais utilizou seu poder como estratégia de marketing pessoal. Embora os milagres fossem um sinal para que as pessoas cressem, e muitos o buscavam por causa dos prodígios e do pão que era multiplicado milagrosamente, Jesus jamais utilizou isso para segurar o povo a sua volta.
Jesus jamais distribuiu pão só para garantir plateia e ter a quem evangelizar.
Jesus jamais rejeitou qualquer pessoa por não professar a fé da mesma forma que ele a professava e a entendia. Mesmo Jesus frequentando sinagogas, tendo nascido no judaísmo, jamais deixou de andar e falar com pagãos, gentios, pecadores e toda sorte de gente considerada impura para os padrões da lei de Moisés.
Jesus jamais deixou a lei da religião ser mais importante que a vida e a misericórdia.
Jesus jamais deixou de amar. Jamais recusou a mesa e a comunhão mesmo a quem ele, de antemão, já sabia que o trairia. Até diante da angústia, do medo e do abandono, Jesus jamais se deixou ser vencido pelo rancor.
Jesus jamais usou em benefício próprio a influência que exercia sobre os discípulos.
Jesus jamais ensinou expandir o Reino através do acúmulo de bens ou da construção de templos.
Jesus jamais fez conchavos políticos, acordos com Roma ou com a religião dominante em troca de favores, cargos e liberdade para continuar pregando o que e onde bem quisesse.
Jesus jamais deixou de dizer a verdade por medo ou conveniência.
Jesus jamais disse a verdade para agredir, ofender ou provocar vaziamente.
Jesus jamais disse a verdade só para provar que estava certo.
Jesus jamais usou a verdade, ao contrário, se deixou ser usado por ela.
Jesus jamais denunciou o pecado sem amor, de forma constrangedora, ameaçadora ou sem acolher até as últimas consequências o próprio pecador envolvido.
Jesus jamais tratou os pecados particulares das pessoas de forma pública e vexatória.
Jesus jamais se deixou levar pela aparência externa. O que o fazia se desdobrar em misericórdia era a sinceridade interior e despretensiosa.
Jesus jamais ficou indiferente ao sofrimento, fosse ele de ordem psíquica, espiritual ou física.
Jesus jamais tratou com diferença pobres e ricos. Se alguma diferença ficou evidente, jamais foi contra a justiça.
Jesus jamais deixou de ser humano, mesmo sendo Deus se fez servo de todos.
Muitas outras coisas jamais se encontrariam no espírito e nos passos do Jesus dos Evangelhos, da Palavra de Deus feita carne, materializada e revelada definitivamente aos homens. Os passos de Jesus são reconciliadores, libertadores e despertam para a vida ainda que tudo a sua volta seja caos e morte. O que não se enquadra no Deus que se entrega por amor e misericórdia não cabe nos passos de Jesus.
O Deus que jamais se deixa enganar nos ensine a discernir nossos passos e nos abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!
Do site Genizah
"Em seus passos o que faria Jesus?" é o título de um livro escrito por Charles Sheldon e publicado originalmente em 1896, nos Estados Unidos, com o título "In His Steps".
A obra conta a história de Henry Maxwell, pastor da Primeira Igreja da cidade de Raymond, que vive honestamente sua vida confortável e sem contratempos, até o dia em que surge em sua igreja um homem pobre e necessitado. O episódio o leva a questionar seus próprios valores, o seu modo de vida e prioridades, colocando diante de si a inquietante questão: "O que Jesus faria?".
A partir disso, decide propor aos fiéis de sua igreja que se comprometam durante um ano a não fazerem nada sem antes perguntarem o que Jesus faria na mesma situação. O desenrolar da história descreve as experiências, tanto de satisfação e realização pessoal, como também de conflito e incompreensão que vão enfrentando à medida que se empenham em levar adiante o desafio proposto.
Hoje em dia há tanta gente doente e inescrupulosa dizendo agir "em nome de Jesus", proclamando da boca para fora "seguir os passos de Jesus", mas negando-o nas atitudes, enganando, extorquindo, manipulando e oprimindo que fica difícil encontrar Jesus, de verdade, nos passos destes. Ainda que eles gritem ou cantem nervosamente o nome de Jesus o tempo todo e façam até alguns aparentes sinais milagrosos.
Algumas vezes a imagem e referência do Jesus dos Evangelhos se apaga e se confunde com tanta demonstração tosca do que querem erroneamente fazer parecer Jesus, mas nem de longe se parece efetivamente com os passos de Jesus.
Mais do que levantar questões meramente morais ou culturais, percebo a urgência de esclarecer o que não representa e jamais se veria na vida prática do verdadeiro Jesus dos Evangelhos.
Acredito que boa parte do engano se dá pelo fato das pessoas não lerem e não conhecerem minimamente os Evangelhos, além da grande distorção que se faz com as escrituras por dinheiro ou para fazer perpetuar os domínios aprisionantes das instituições e dos rituais de poder humano.
Jesus jamais exigiu sacrifícios pessoais, esforço financeiro ou físico, presentes ou qualquer tipo de oferta para abençoar, curar, salvar, purificar e orientar as pessoas a sua volta.
Jesus jamais utilizou seu poder como estratégia de marketing pessoal. Embora os milagres fossem um sinal para que as pessoas cressem, e muitos o buscavam por causa dos prodígios e do pão que era multiplicado milagrosamente, Jesus jamais utilizou isso para segurar o povo a sua volta.
Jesus jamais distribuiu pão só para garantir plateia e ter a quem evangelizar.
Jesus jamais rejeitou qualquer pessoa por não professar a fé da mesma forma que ele a professava e a entendia. Mesmo Jesus frequentando sinagogas, tendo nascido no judaísmo, jamais deixou de andar e falar com pagãos, gentios, pecadores e toda sorte de gente considerada impura para os padrões da lei de Moisés.
Jesus jamais deixou a lei da religião ser mais importante que a vida e a misericórdia.
Jesus jamais deixou de amar. Jamais recusou a mesa e a comunhão mesmo a quem ele, de antemão, já sabia que o trairia. Até diante da angústia, do medo e do abandono, Jesus jamais se deixou ser vencido pelo rancor.
Jesus jamais usou em benefício próprio a influência que exercia sobre os discípulos.
Jesus jamais ensinou expandir o Reino através do acúmulo de bens ou da construção de templos.
Jesus jamais fez conchavos políticos, acordos com Roma ou com a religião dominante em troca de favores, cargos e liberdade para continuar pregando o que e onde bem quisesse.
Jesus jamais deixou de dizer a verdade por medo ou conveniência.
Jesus jamais disse a verdade para agredir, ofender ou provocar vaziamente.
Jesus jamais disse a verdade só para provar que estava certo.
Jesus jamais usou a verdade, ao contrário, se deixou ser usado por ela.
Jesus jamais denunciou o pecado sem amor, de forma constrangedora, ameaçadora ou sem acolher até as últimas consequências o próprio pecador envolvido.
Jesus jamais tratou os pecados particulares das pessoas de forma pública e vexatória.
Jesus jamais se deixou levar pela aparência externa. O que o fazia se desdobrar em misericórdia era a sinceridade interior e despretensiosa.
Jesus jamais ficou indiferente ao sofrimento, fosse ele de ordem psíquica, espiritual ou física.
Jesus jamais tratou com diferença pobres e ricos. Se alguma diferença ficou evidente, jamais foi contra a justiça.
Jesus jamais deixou de ser humano, mesmo sendo Deus se fez servo de todos.
Muitas outras coisas jamais se encontrariam no espírito e nos passos do Jesus dos Evangelhos, da Palavra de Deus feita carne, materializada e revelada definitivamente aos homens. Os passos de Jesus são reconciliadores, libertadores e despertam para a vida ainda que tudo a sua volta seja caos e morte. O que não se enquadra no Deus que se entrega por amor e misericórdia não cabe nos passos de Jesus.
O Deus que jamais se deixa enganar nos ensine a discernir nossos passos e nos abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!
Do site Genizah
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Eles estão chegando. Agostinho, Calvino, Dostoevsky, C. S. Lewis, Chesterton, Pascal…
E estão chegando juntos. Agostinho, Calvino, Dante Alighieri,
Dostoevsky, Thomas Merton, C. S. Lewis… É bom respirar funto antes de
continuar. Chesterton, Thomas à Kempis, Pascal, Teresa de Ávila,
Dietrich Bonhoeffer, Henri Nouwen…
Todos (e mais alguns) ‘capitaneados’ pelos conhecidos Richard Foster e Dallas Willard estão no 25 Livros Que Todo Cristão Deveria Ler, lançamento de outubro da Editora Ultimato.
Uma obra de fôlego. Para os descansados e para estressados, para os inquietos e também para os mansos. Enfim, para os que não se contentam com frases de efeito, mas querem uma leitura cheia de sabores e cheiros dos que caminharam primeiro pelas trilhas da espiritualidade cristã e da sabedoria bíblica. Acompanhe no blog ULTIMATO mais informações.
Todos (e mais alguns) ‘capitaneados’ pelos conhecidos Richard Foster e Dallas Willard estão no 25 Livros Que Todo Cristão Deveria Ler, lançamento de outubro da Editora Ultimato.
Uma obra de fôlego. Para os descansados e para estressados, para os inquietos e também para os mansos. Enfim, para os que não se contentam com frases de efeito, mas querem uma leitura cheia de sabores e cheiros dos que caminharam primeiro pelas trilhas da espiritualidade cristã e da sabedoria bíblica. Acompanhe no blog ULTIMATO mais informações.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Vaticano concede remissão dos pecados a participantes da Jornada Mundial da Juventude
“Indulgência plenária” foi dada a quem participar com devoção dos rituais. Concessão é uma antiga tradição da Igreja Católica.
O Vaticano concedeu "indulgência plenária" - remissão dos pecados - aos fiéis "que participem com devoção nos rituais sagrados e exercícios piedosos que acontecerão no Rio de Janeiro" durante a XXVIII Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no fim de julho, afirma um decreto da Santa Sé.
A JMJ católica no Rio de Janeiro acontecerá de 22 a 29 de julho.
Esta é uma antiga tradição da Igreja Católica, que concede as indulgências a cada JMJ.
O Papa Francisco condicionou as indulgências ao cumprimento de dois sacramentos: o sacramento da penitência (confissão), geralmente descuidado no mundo ocidental católico, ou totalmente ignorado no caso dos jovens, que deverá ser seguido pela comunhão eucarística.
_____________________________
Êpa! Está melhor do que promoção das Casas Bahia! Quem tá devendo, deve mesmo aproveitar esta chance espetacular e rara. Vai ter de confessar pro padre, mas vai economizar umas 600 ave-marias de joelho em cima do milho, que é o preço atual para uma transadinha fora do casamento... Já a boiolagem, está mais baratinha no Vaticano, mas, ainda assim, vale a pena aproveitar o desconto papal!
Os que estão na Graça, podem descansar tranquilos e contar com o perdão que o Senhor lhes concede diretamente, ainda que imerecidamente.
GENIZAH
O Vaticano concedeu "indulgência plenária" - remissão dos pecados - aos fiéis "que participem com devoção nos rituais sagrados e exercícios piedosos que acontecerão no Rio de Janeiro" durante a XXVIII Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no fim de julho, afirma um decreto da Santa Sé.
A JMJ católica no Rio de Janeiro acontecerá de 22 a 29 de julho.
Esta é uma antiga tradição da Igreja Católica, que concede as indulgências a cada JMJ.
O Papa Francisco condicionou as indulgências ao cumprimento de dois sacramentos: o sacramento da penitência (confissão), geralmente descuidado no mundo ocidental católico, ou totalmente ignorado no caso dos jovens, que deverá ser seguido pela comunhão eucarística.
_____________________________
Êpa! Está melhor do que promoção das Casas Bahia! Quem tá devendo, deve mesmo aproveitar esta chance espetacular e rara. Vai ter de confessar pro padre, mas vai economizar umas 600 ave-marias de joelho em cima do milho, que é o preço atual para uma transadinha fora do casamento... Já a boiolagem, está mais baratinha no Vaticano, mas, ainda assim, vale a pena aproveitar o desconto papal!
Os que estão na Graça, podem descansar tranquilos e contar com o perdão que o Senhor lhes concede diretamente, ainda que imerecidamente.
GENIZAH
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Leila Diniz é tema de exposição em Niterói
Por: Ricardo Rigel 27/06/2013 / O FLUMINENSE
A Sala de Cultura Leila Diniz comemora dois anos de funcionamento
no dia 3 de julho com a inauguração da exposição Ela por
Elas: Leila Diniz nos traços das desenhistas brasileiras, às 18h, no dia
3 de julho. A mostra exibirá 33 obras inéditas, feitas por artistas
mulheres, cujo tema é a atriz niteroiense. Todas as peças - entre
esculturas, pinturas, fotografias, trabalhos em papel machê, desenhos e
caricaturas - foram criadas especialmente para a mostra. A curadoria é
do cartunista e pesquisador de artes Zé Graúna.
Além da presença das artistas, a abertura da exposição contará com desenhistas fazendo caricatura dos convidados. Também terá a apresentação dos músicos do Programa Aprendiz com um roteiro de canções da época de Leila Diniz.
“É mais um presente para o público que frequenta a Sala e para todos nós”, comentou Renata Palmier, que coordena os eventos da Sala de Cultura.
Nascida em Niterói, Leila quebrou tabus, servindo de inspiração e referência no momento em que as mulheres batalhavam pelos seus direitos sociais, espaço na sociedade e, principalmente, no mercado de trabalho. “Leila Diniz é um símbolo para todas as mulheres, e o que ela deixou de legado é uma conquista para a sociedade”, completou Graúna.
A Sala de Cultura Leila Diniz fica na Rua Heitor Carrilho, 81, Centro, Niterói. Abertura: 3 de julho, às 18h. Período: de 4 a 31 de julho. Informações: 2727-5299.
Cliquem no LINK da página no Facebook e acompanhem os bastidores da exposição.
Mostra exibirá obras inéditas, feitas por artistas mulheres, cujo tema é a atriz niteroiense que dá nome à sala de cultura.
![]() |
| Desenho de Fernanda Ambrósio |
Além da presença das artistas, a abertura da exposição contará com desenhistas fazendo caricatura dos convidados. Também terá a apresentação dos músicos do Programa Aprendiz com um roteiro de canções da época de Leila Diniz.
“É mais um presente para o público que frequenta a Sala e para todos nós”, comentou Renata Palmier, que coordena os eventos da Sala de Cultura.
Nascida em Niterói, Leila quebrou tabus, servindo de inspiração e referência no momento em que as mulheres batalhavam pelos seus direitos sociais, espaço na sociedade e, principalmente, no mercado de trabalho. “Leila Diniz é um símbolo para todas as mulheres, e o que ela deixou de legado é uma conquista para a sociedade”, completou Graúna.
A Sala de Cultura Leila Diniz fica na Rua Heitor Carrilho, 81, Centro, Niterói. Abertura: 3 de julho, às 18h. Período: de 4 a 31 de julho. Informações: 2727-5299.
Cliquem no LINK da página no Facebook e acompanhem os bastidores da exposição.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
A Igreja está crescendo ou inchando?
A
igreja evangélica está crescendo absurdamente em nosso país, em 2010,
dados do IBGE já apontavam mais de 42 milhões de membros. O lamentável
nesses números é que os evangélicos crescem, mas o discipulado não;
ganham força em áreas políticas, mas a credibilidade diminui; igrejas
lotadas, mas as bíblias continuam esquecidas nas prateleiras.
Peter E. Gill dizia que “todo o evangelismo feito no mundo por uma igreja que não é santa e reta não valerá uma montanha de feijão se tratando de poder para mudar o mundo”. O fato é que, o número de evangélicos cresceu, entretanto, não há diminuição no índice de ladrões, corruptos, divórcios e adolescentes grávidas.
Servir
a Cristo significa esquecer de si e caminhar conforme Ele ordene
(contudo o "caminhar com Ele" significa também sofrer tribulações ao
contrário do que temos ouvido das teologia da prosperidade e
determinação). Minha indignação está na hipocrisia das pessoas em
dizerem que pertencem a Deus e suas atitudes não corresponderem. Tratam
Deus como se fosse 190.
Peter E. Gill dizia que “todo o evangelismo feito no mundo por uma igreja que não é santa e reta não valerá uma montanha de feijão se tratando de poder para mudar o mundo”. O fato é que, o número de evangélicos cresceu, entretanto, não há diminuição no índice de ladrões, corruptos, divórcios e adolescentes grávidas.
Concordo com Ronald Sider quando escreveu “
nos alardeamos com orgulho nossa doutrina ortodoxa sobre Cristo como
verdadeiro Deus e verdadeiro homem, mas desobedecemos seus
ensinamentos”. Se metade dos cristãos seguissem a bíblia sagrada já
teríamos espantosas melhorias, principalmente se tratando de convívio em
sociedade. O grande problema é que as igrejas não crescem, apenas
incham, ou seja, só número. Um dos culpados são os próprios pastores que
procuram trazer o 'mundo' para dentro dos templos com a desculpa
ridícula de atrair os pecadores; todavia, os membros se acomodam falando
amém para tudo que ouvem enquanto suas bíblias com folhas já amareladas
se enchem de poeira.
O que vemos hoje são grupos de lobos
disfarçados de ovelhas que, ao mesmo tempo que sobem ao altar e colocam
uma mão sobre a bíblia, a outra está agarrada ao mundo. A maior parte
das igrejas são abertas com um plano de marketing definido preparado
para a 'corrida maluca': leva o prêmio de popularidade o culto com maior
número de pessoas. E pra alcançar tal objetivo vale tudo, desde
versículos distorcidos até lencinhos suados ungidos.
Ao escrever o livro O Escândalo do Comportamento Evangélico, Ronald foi muito feliz na frase: “os
evangélicos afirmam crer nos valores bíblicos e no poder de Deus para
transformar o mundo . Contudo, muitos não vivem de modo diferente do
mundo, ou seja, um escandaloso número de cristãos não vivem o que
pregam.”
Se é esta a igreja fundamentada em modismo e antropocentrismo que pretende ser arrebatada para a vida eterna, seus valores precisam urgentemente serem repensados.
Site Mais de Deus
Assinar:
Postagens (Atom)







